Nesta imagem, captada em directo, a bandeira é içada de patas ao ar mas ainda ninguém parece ter reparado nesse interessante pormenor. Abaixo, na caixa informativa, pode ver-se o resultado do jogo a contar para a Liga Europa entre as equipas de futebol do Panathinaikos, da Grécia e do Tottenham, de Inglaterra, ambas orientadas por treinadores e emigrantes portugueses, Jesualdo Ferreira e André Villas-Boas. A imagem é bem ilustrativa da realidade nacional.
sábado, 6 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
O regresso do Cidadão
Eram milhares de cidadãos a percorrer ruas e avenidas de Lisboa. Falou-se em 500 mil. Quem lá esteve acredita. De súbito, eis senão quando, 4 deles se encontram, absolutamente por acaso e posam para a posteridade nesta fotografia (mais uma cidadã). Eram 4 cidadãos exemplares (mais uma cidadã), 3 deles agarrados a maquinetas que fotografam e o outro agarrado a uma cervejita, como de costume. Lá mais atrás uma seta verde indica o caminho da Salvação: Para o Infinito e mais além! como reza o clássico filme. O Paraíso está lá em cima.
O Cidadão Exemplar está de regresso.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
o embaraço da escolha:
cidadão exemplar depois de ouvir um discurso do Passos Coelho
cidadão exemplar depois de ouvir um discurso do António José Seguro
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sexta-feira, 13 de julho de 2012
profissão à rasca!
Hoje vários milhares de profs voltaram a percorrer a Baixa Pombalina, desaguando em S. Bento. Protestam contra a balbúrdia lançada nas escolas pelo ministério da correção, do rigor, da eficácia, do realismo, dos resultados positivos, da igualdade de oportunidades, da atualidade.
Não me lembro de um final de ano letivo tão confuso. As medidas reformistas do ministro Nuno Crato não constituem qualquer projeto, são uma espécie de injeções enchidas à martelada e a trouxe-mouxe, sem o cuidado de expulsar as bolhas de ar. A indefinição do próximo ano vai impedindo coisas simples e óbvias, como a escolha de horários (no caso de existirem), de turmas e a definição de projetos, coisas que é habitual fazer-se por esta altura.
Mais grave de tudo, vai lançar novamente milhares de profs no desemprego, sem contrapartidas, numa reforma evidentemente economicista e danosa que vai ter consequências nefastas na formação dos jovens em idade escolar.
Daqui a uns anos, não muitos, observaremos os resultados destas experiências cujas regras mudam todos os anos. Numa espécie de navegação à vista no interior duma ventania flatulenta.
Pena que estes protestos sejam habitualmente sectorizados e corporativizados . Deviam lá estar os profs e as famílias que também estão a ser prejudicadas. E os alunos (e os pais e encarregados de educação) porque a educação académica e humana se vai tornar mais problemática, logo, sairão do tempo escolar menos apetrechados para sobreviverem no remoinho desta crise sem fim. As instituições que organizam os brados de desagrado, de mal estar e de recusa perecem sofrer de inércia alienada. A virulência da crise paralisou a vontade e a imaginação, deixando desgastar a revolta a conta gotas.
Estaremos condenados a viver como avestruzes?
Luís, cidadão
Não me lembro de um final de ano letivo tão confuso. As medidas reformistas do ministro Nuno Crato não constituem qualquer projeto, são uma espécie de injeções enchidas à martelada e a trouxe-mouxe, sem o cuidado de expulsar as bolhas de ar. A indefinição do próximo ano vai impedindo coisas simples e óbvias, como a escolha de horários (no caso de existirem), de turmas e a definição de projetos, coisas que é habitual fazer-se por esta altura.
Mais grave de tudo, vai lançar novamente milhares de profs no desemprego, sem contrapartidas, numa reforma evidentemente economicista e danosa que vai ter consequências nefastas na formação dos jovens em idade escolar.
Daqui a uns anos, não muitos, observaremos os resultados destas experiências cujas regras mudam todos os anos. Numa espécie de navegação à vista no interior duma ventania flatulenta.
Pena que estes protestos sejam habitualmente sectorizados e corporativizados . Deviam lá estar os profs e as famílias que também estão a ser prejudicadas. E os alunos (e os pais e encarregados de educação) porque a educação académica e humana se vai tornar mais problemática, logo, sairão do tempo escolar menos apetrechados para sobreviverem no remoinho desta crise sem fim. As instituições que organizam os brados de desagrado, de mal estar e de recusa perecem sofrer de inércia alienada. A virulência da crise paralisou a vontade e a imaginação, deixando desgastar a revolta a conta gotas.
Estaremos condenados a viver como avestruzes?
Luís, cidadão
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terça-feira, 10 de julho de 2012
Cidadãos noutras paredes
Vimos aqui dar notícia da participação honorável de dois dos eminentes cidadãos residentes, noutro evento expositivo. Abrilhantaram com as suas imagens a expo coletiva "Digressões, 2012" na Oficina de Cultura de Almada, ali mesmo na Praça S. João Batista em Almada, mesmo agarradinha à paragem do metro.
Podem ver-se as imagens abaixo e mais outras da lavra do cidadão José e de Luís, cidadão. O trabalho mostrado resulta de um processo de reflexão aguda e de maturação lenta. Por isso apela a uma degustação calma, concentrada e descomplexada, para que o efeito prazenteiro seja mais prolongado e profundo. Como a expo estará aberta até 22 de julho (de 4ª a domingo, das 14 às 19 e das 20 às 22), pode ser revisitada sempre que se quiser, retomando as anteriores impressões.
Luís Miranda, a última cantiga da série: i/e, caminhos na aldeia
fotografia digital
Zé Julião, elemento da série: este é o meu corpo (fotografia de paisagem íntima)
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Este gajo outra vez
Muito se falou da licenciatura de Sócrates, agora temos o estranho caso da do Relvas (ler aqui). Fica mais uma vez provado que conseguir um título académico não depende em exclusivo das capacidades individuais reveladas nos bancos da escola.
Relvas fez o seu curso num ano apenas. Ao que parece a sua experiência de vida justifica tão meteórica licenciatura, assim como se tivesse frequentado um curso das Novas Oportunidades mas só que numa instituição de ensino superior.
Pelo registo do seu percurso académico, Relvas foi sempre um aluno medíocre desde os tempos do ensino secundário até aos das várias tentativas falhadas em diferentes cursos superiores. Pelos vistos essa mediocridade acabou por ser convertida em excelência nas suas actividades partidárias (imagina-se).
Este governo acaba com a mama dos que pretendem fazer o ensino básico num ano, mas tem um dos seus figurões mais importantes com um curso superior instantâneo. Isto diz muito acerca do espírito da coisa.
Cidadão exemplar tira uma licenciatura num ano!
RS
Relvas fez o seu curso num ano apenas. Ao que parece a sua experiência de vida justifica tão meteórica licenciatura, assim como se tivesse frequentado um curso das Novas Oportunidades mas só que numa instituição de ensino superior.
Pelo registo do seu percurso académico, Relvas foi sempre um aluno medíocre desde os tempos do ensino secundário até aos das várias tentativas falhadas em diferentes cursos superiores. Pelos vistos essa mediocridade acabou por ser convertida em excelência nas suas actividades partidárias (imagina-se).
Este governo acaba com a mama dos que pretendem fazer o ensino básico num ano, mas tem um dos seus figurões mais importantes com um curso superior instantâneo. Isto diz muito acerca do espírito da coisa.
Cidadão exemplar tira uma licenciatura num ano!
RS
quarta-feira, 27 de junho de 2012
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