terça-feira, 12 de março de 2013

espectacular regresso à parade

interior/exterior, caminhos na aldeia 


terça-feira 12 de Março, o cidadão volta exemplarmente à parede do café-bar do Fórum Romeu Correia, em Almada, com um grandiosa exposição de fotografias do grande luís cidadão: "interior/exterior, caminhos na aldeia", patrocinada por uma exemplar cidadania e pelas sempre surpreendentes torradas do Ivo. é uma exposição a anunciar a Primavera que se aproxima com os seus pólens e chilreios. mais do que um convite, isto é um intimação, pelo que a vossa presença é obrigatória ao longo de todo este mês e mais uns dias. estamos, atentos, à vossa espera!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O cidadão encostado à parede

Depois do regresso do cidadão, parece que se recolheu outra vez. Pode ser que desta se torne, enfim, mais interveniente e ativo. Afinal de contas o cidadão, pela sua própria designação, tem responsabilidades públicas que não pode enjeitar. O seu destino é desconfiar das autoridades quando estas usam os votos para antagonizarem os votantes e se lhe encavalitarem nas costas enquanto lhe vasculham os bolsos e lhe chupam o sangue.

Mas agora era outra coisa que quero partilhar. Alguns dos cidadãos estão à mostra fora d' a parede. Integrados no Mês da Fotografia de Almada, o cidadão José e o Luís, cidadão, estão numa expo coletiva, as "Digressões" maioritariamente de fotografia, em Palmela, na biblioteca municipal, até 30 de novembro, precisamente.


         Luís Miranda, o olho do fim do mundo, 2012


E ainda nesse dito mês, o Luís, cidadão, apresenta uma mostra individual do projeto "interior/exterior, caminhos na aldeia", na sala Pablo Neruda do Fórum Romeu Correia, em Almada. São vinte imagens que cobrem o período de 2005 a 2012 e que podem dar a entender de modo mais claro que raio de coisa o rapaz tem andado a fazer de máquina na mão, durante tanto tempo. A referidas fotos estão à vista até 30 de novembro, das 10 às 18h, sem interrupções nem sobressaltos, desde que não se apareça às 2as, feriados e dias de greve e outros (que não vislumbro) dias santos e de guarda. Aliás, dias santos são os que têm as imagens à disposição do olhar, logo não se podem ter as portas fechadas.


       Luís Miranda, o paraíso perdido2010

Entrem e divirtam-se, afinal de contas é como se a parede tivesse subido ao primeiro andar.


Luís, cidadão


sábado, 6 de outubro de 2012

5 de Outubro de 2012

Nesta imagem, captada em directo, a bandeira é içada de patas ao ar mas ainda ninguém parece ter reparado nesse interessante pormenor. Abaixo, na caixa informativa, pode ver-se o resultado  do jogo a contar para a Liga Europa entre as equipas de futebol do Panathinaikos, da Grécia e do Tottenham, de Inglaterra, ambas orientadas por treinadores e emigrantes portugueses, Jesualdo Ferreira e André Villas-Boas. A imagem é bem ilustrativa da realidade nacional.


terça-feira, 2 de outubro de 2012

O regresso do Cidadão



Eram milhares de cidadãos a percorrer ruas e avenidas de Lisboa. Falou-se em 500 mil. Quem lá esteve acredita. De súbito, eis senão quando, 4 deles se encontram, absolutamente por acaso e posam para a posteridade nesta  fotografia (mais uma cidadã). Eram 4 cidadãos exemplares (mais uma cidadã), 3 deles agarrados a maquinetas que fotografam e o outro agarrado a uma cervejita, como de costume. Lá mais atrás uma seta verde indica o caminho da Salvação: Para o Infinito e mais além! como reza o clássico filme. O Paraíso está lá em cima.

O Cidadão Exemplar está de regresso.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

o embaraço da escolha:

 

 cidadão exemplar depois de ouvir um discurso do Passos Coelho 


cidadão exemplar depois de ouvir um discurso do António José Seguro

sexta-feira, 13 de julho de 2012

profissão à rasca!

Hoje vários milhares de profs voltaram a percorrer a Baixa Pombalina, desaguando em S. Bento. Protestam contra a balbúrdia lançada nas escolas pelo ministério da correção, do rigor, da eficácia, do realismo, dos resultados positivos, da igualdade de oportunidades, da atualidade.
Não me lembro de um final de ano letivo tão confuso. As medidas reformistas do ministro Nuno Crato não constituem qualquer projeto, são uma espécie de injeções enchidas à martelada e a trouxe-mouxe, sem o cuidado de expulsar as bolhas de ar. A indefinição do próximo ano vai impedindo coisas simples e óbvias, como a escolha de horários (no caso de existirem), de turmas e a definição de projetos, coisas que é habitual fazer-se por esta altura.


Mais grave de tudo, vai lançar novamente milhares de profs no desemprego, sem contrapartidas, numa reforma evidentemente economicista e danosa que vai ter consequências nefastas na formação dos jovens em idade escolar.


Daqui a uns anos, não muitos, observaremos os resultados destas experiências cujas regras mudam todos os anos. Numa espécie de navegação à vista no interior duma ventania flatulenta.


Pena que estes protestos sejam habitualmente sectorizados e corporativizados . Deviam lá estar os profs e as famílias que também estão a ser prejudicadas. E os alunos (e os pais e encarregados de educação) porque a educação académica e humana se vai tornar mais problemática, logo, sairão do tempo escolar menos apetrechados para sobreviverem no remoinho desta crise sem fim. As instituições que organizam os brados de desagrado, de mal estar e de recusa perecem sofrer de inércia alienada. A virulência da crise paralisou a vontade e a imaginação, deixando desgastar a revolta a conta gotas.


Estaremos condenados a viver como avestruzes?


Luís, cidadão



terça-feira, 10 de julho de 2012

Cidadãos noutras paredes

Vimos aqui dar notícia da participação honorável de dois dos eminentes cidadãos residentes, noutro evento expositivo. Abrilhantaram com as suas imagens a expo coletiva "Digressões, 2012" na Oficina de Cultura de Almada, ali mesmo na Praça S. João Batista em Almada, mesmo agarradinha à paragem do metro.
Podem ver-se as imagens abaixo e mais outras da lavra do cidadão José e de Luís, cidadão. O trabalho mostrado resulta de um processo de reflexão aguda e de maturação lenta. Por isso apela a uma degustação calma, concentrada e descomplexada, para que o efeito prazenteiro seja mais prolongado e profundo. Como a expo estará aberta até 22 de julho (de 4ª a domingo, das 14 às 19 e das 20 às 22), pode ser revisitada sempre que se quiser, retomando as anteriores impressões.


Luís Miranda,  a última cantiga da série: i/e, caminhos na aldeia
fotografia digital


Zé Julião, elemento da série: este é o meu corpo (fotografia de paisagem íntima)